• Raoni Cusma

Humanização da Inovação

Atualizado: Jul 28

Qual é a primeira coisa que vem à sua cabeça quando você pensa em inovação?



Temos certeza que, para a maioria das pessoas, os primeiros pensamentos são voltados para novas tecnologias, o que não está 100% errado mas, é um pensamento extremamente raso e bem perigoso.


Para facilitar, vamos exemplificar: A Sony lançou em 2011 seu console portátil PS Vita que tinha como promessa ser sucessor do PlayStation Portable porém, ele fracassou por um motivo simples: o produto não foi produzido levando em consideração a experiência dos usuários.


PS Vita

De acordo com uma matéria divulgada pela Olhar Digital, dentre todos os fatores de insucesso do portátil pode-se destacar o fato de que, além de não ser compatível com as versões dos melhores jogos, acabou entrando em concorrência com o mercado de tablets e smartphones que estavam em crescimento na época e ofereciam, além das facilidades padrões desses devices, jogos a qualquer momento.


Por este exemplo, podemos entender que tecnologia por tecnologia não define inovação.


Tony Davila, Marc Epstein e Robert Shelton descrevem isso perfeitamente em seu livro

As Regras da Inovação. Segundo eles: “Inovação não foca exclusivamente tecnologias novas. Desenvolver novos modelos de negócios e novas estratégias é tão importante quanto — e, às vezes, mais importante ainda.”


Por que é tão importante humanizar a inovação?


Inovação é um fator fundamental para a evolução da sociedade. Desta forma, podemos concluir que ela está diretamente ligada à pessoas e seu excesso pode atrapalhar a usabilidade do produto ou serviço e acaba não agregando nenhum valor.


Vamos seguir com mais um exemplo da gigante Sony, os mini discs. Esse novo produto foi lançado na década de 90 com a promessa de substituir a fita cassete e concorrer com os tradicionais CDs.


Mini Disc

Só que não existiam aparelhos compatíveis com essa nova tecnologia e também não teve adesão da indústria fonográfica, público-alvo que seria perfeito para alavancar suas vendas.

A partir daí, dá pra ver que a criação de um novo produto, serviço ou marca deve estar alinhada com o público que você deseja alcançar mas, para que isso aconteça, você também precisa saber exatamente para quem você está orientando sua estratégia de inovação.


As inovações precisam ser percebidas pelos consumidores, caso contrário, estão fadadas ao fracasso, conforme exemplo acima.


Hoje, existem ferramentas que tornam possível o entendimento de público-alvo de maneira assertiva como por exemplo criação de personas e mapeamento de arquétipos sendo assim, não há desculpas para criar estratégias no escuro. Além disso, é um ótimo exercício para mapear demandas e públicos potenciais que possam estar sendo negligenciados.


Quer entender melhor como usar essas ferramentas para mapear quem é seu público-alvo? Entre em contato comigo clicando aqui, Me explica seu desafio que eu posso ajudá-lo com isso!


Escrito por Priscila Cordeiro

Linkedin: https://br.linkedin.com/in/priscila-cordeiro-7b627271

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