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RAONI ORIKI. OROLAB

Não faz palestra inspiracional. Instala critério.

Raoni Oriki corrige o modelo de realidade sobre o qual marcas decidem e fica até a correção virar operação.

TRAJETÓRIA E RIGOR

Rigor

Autoria e iniciativas

Gestão Pública (FGV), Design Estratégico (IED) e Psicologia Analítica (IJEP). Professor de tópicos avançados de inovação e marketing nas Faculdades Oswaldo Cruz, e de DNA de Marca na Brandster. Coordenador Convidado de Diversidade e Expressões do Consumidor no Congresso Brasileiro de Cosmetologia. Membro do ForbesBLK.

Coautor, ao lado do IBGE e da PretaHub, do estudo "O que falta para reinar? As dimensões do consumo afrobrasileiro", encomendado pela Globo, e com o Instituto MAS Pesquisa, Queen e EKO Design. Idealizador do Beleza Antirracista, iniciativa da Orolab que leva pesquisa sobre beleza negra para dentro da indústria, cocriador do Programa Pitch ABC da Associação Brasileira de Cosmetologia.

Alcance

Jurado do Prêmio Bornancini de Design. Mentor especialista na Associação Brasileira de Startups e no GingaAfrotech (Sebrae/Darwin Startups). Palestrante no Pixel Show, Feira do Empreendedor, Beauty Fair, Bio Brazil Fair, Campus Party, Cidade do Futuro, Neon, Rec’n’Play entre outros.

Mercado

Mais de uma década estruturando diferenciais competitivos. Projetos diretos incluem Coty, Francal, V4 Company, AfroSaúde, Apoena e Simbiose Amazônia. Através das alianças estratégicas da Orolab, atuou em projetos para Natura, Globo, PwC, MAC Cosmetics, British Council, Fundação Ford, Sonils (Angola), Hallstar, Davene, Kolene e Instituto Vencer o Câncer.

A separação entre projetos diretos e atuação via aliança é deliberada. Uma casa que audita a coerência entre promessa e prática não apresenta acesso como se fosse contrato.

SOBRE O NOME

Raoni Oriki é uma escolha de rota de vida não uma assinatura de marca.

O nome foi recebido e validado por lideranças de Ifá. É anterior a qualquer uso profissional, e não é negociável.

Orolab nasce da mesma construção autoral: Orí, em iorubá, a cabeça, princípio que em muitas tradições se associa ao guia do destino, articulado com ouro e com labor. A cabeça que transcende, gera caminhos e valor pelo trabalho. É uma composição, não uma etimologia: quem trabalha com cultura real não afirma sobre a cultura que a nomeia mais do que lhe cabe afirmar.

Raoni Oriki não faz palestra inspiracional. Instala critério.

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